Como juntar filme com legenda no Windows

Todo dia quando eu vou olhar as estatísticas do blog tá lá nas buscas o termo ‘juntar filme com legenda’. Eu já fiz um post sobre isso, mas pro Linux. Mas como eu acho que a maioria das pessoas não está procurando fazer isso no linux e também porque no meu dvd essa mistura de filme com legenda no linux não funciona. Resolvi mostrar como eu faço no windows.

Bom, existem vários programas que fazem isso. Com o virtual dub é possível fazer só que em alguns arquivos o programa avisa que o áudio vai ficar desincronizado do vídeo em cerca de 15 segundos. Ele até dá as dicas pra consertar isso, mas eu nunca consegui.

O programa que eu uso e que pra mim é imbatível é o AVI Recomp. Eu nunca testei com rmvb, mas com avi funciona perfeitamente. Ele usa o virtual dub, mas resolve todas as dependências sozinho. Aceita srt e sub ou ssa, não lembro qual. Com sub ou ssa, é possível ajustar o posicionamento, cor e tamanho das legendas. Um arquivo de 350 MB, no meu computador, leva cerca de 1 hora pra ficar pronto. Já legendei muitos arquivos com esse programa e só dois arquivos deram problema.

Tem também o Auto GK que faz a mesma coisa e ainda é possível eliminar uma faixa de áudio do arquivo. Porém, eu prefiro o avi recomp

100 posts

Caramba, e de repente, eu já tenho 100 posts aqui e 90 comentários!!

Marrakech por Marrakech

Bom, posto que eu já narrei como foi a chegada e o caminho de ida pra Marrakech, neste post foi falar da minha impressão de Marrakech.

Cheguei em Marrakech às 5 da manhã do sábado, completamente virado – fazia mais de 24 horas que eu não dormia decentemente – e quando eu cheguei no quarto, eu simplesmente não conseguia dormir. Dormi até às 9 da manhã porque o café no albergue ia até às 10 e depois fui dar uma volta.

Peguei um mapa, o cara do albergue me deu algumas coordenadas e quando eu saio, tinha um moleque lá fora, ele percebeu que eu não sabia o caminho até a praça Djemaa el Fna e foi me levando até a praça. Mesmo diante das minhas reiteradas recusas, quando chegamos até a praça, ele me pediu dinheiro. Não dei afinal ele me levou até lá porque ele quis, eu realmente não tinha pedido, no entanto, confesso que, se não fosse por ele, eu teria pegado o caminho errado. Enfim, não dei dinheiro e fui me embora.

Saí andando sem rumo, dei uma volta pela praça, pela mesquita La Koutubia, pelo jardim em volta da mesquita e pelas redondezas.

É tudo muito diferente e o choque cultural é imenso. Ver mulheres andando cobertas dos pés a cabeça, homens de mãos dadas andando serelepemente, homens cumprimentando-se com beijinhos no rosto. Mas ao mesmo tempo que é chocante, o bom senso recomenda que a gente faça uma cara blasé como se tudo isso nos fosse muito normal.

Outra coisa chocante é a arquitetura. Marrakech é conhecida como a cidade vermelha. Lá, todos os prédios tem mais ou menos a cor magenta (uma cor de barro mais escuro). E todos os prédios são dessa cor. Até o McDonalds! Sim, tem McDonalds lá!

Marrakech é dividida em duas: a parte nova e a parte velha. A parte velha é a medina e é toda circundada por muros. A parte nova eu não me lembro como se chama, mas salvo engano, é Guéliz A medina são aqueles corredorezinhos que a gente viu na novela, uns labirintos onde é impossível não se perder. A parte nova é mais urbanizada, prédios não muito altos porém chiques, hotéis chiquérrimos, casarões, carrões e etc.

Na medina, a impressão de que o tempo parou só não é confirmada pelas antenas parabólicas que quase toda casa possui. Vê-se aquelas casinhas velhas e a anteninha lá em cima. Ao mesmo tempo que Fiat C147 se cruzam com os Mercedes novos e com os SUVs.

A maior atração de Marrakech é a praça Djemaa el Fna. É aquela praça onde tem de tudo de todo jeito. De dia é até organizada, mas de noite é um pandemônio. E de noite tem as bancas de comidas típicas e a pessoa é disputada a tapa pelos milhares vendedores de qualquer coisa. Bom, na praça tem o tradicionalíssimo e delicioso suco de laranja que custa 3 dirhans (0,30 de euro), cds de música árabe, velhinhas que fazem tatuagem de henna, encantadores de serpente, grupos “musicais”, vendedores de tempero e outras coisas inimagináveis. Á noite tem todo tipo de comida típica e batata frita. Não vi se tinha insetos mas eu acho que não.

A higiene é uma coisa que passa longe do Marrocos. Na banquinha de suco de laranja só tem uma pessoa, portanto ele faz o suco e recebe dinheiro quase que simultaneamente. O copo é “lavado” em um balde de água que deve ser trocada uma vez por dia, se muito. O pão é trazido pelas mesmas mãos desnudas do “garçom” que cumprimenta as pessoas e pega o pagamento. A cena mais bizarra que eu vi foi o cara servindo a porção de batata frita com a mão. Meteu a mão na bacia e serviu a porção.

Das comidas típicas do Marrocos que eu comi e que, na minha opinião, valem a pena ser comidas é o tagine. O tagine é uma espécie de guisado que pode ser de frango, carne e outros bichos, acompanha legumes e é servido numa panelinha de barro. Com um pãozinho marroquino é uma delícia! O couscuz marroquino não é nada demais. É igual o cuscuz daqui, só que a “milharina” de lá é um pouquinho diferente, é menos seca.

O suco de laranja merece um capítulo a parte. Eu desconfio que no Marrocos existe um sistema público de suco de laranja. Tem em todo canto, é muito barato e é sensacional. Totalmente natural e gelado!

O trânsito é insano. São carros, carroças, bicicletas, motos tudo ao mesmo tempo agora. As motos e as bicicletas disputam lugar com os pedestres e é normal ter que se desviar pra não ser atropelado. De vez em quando um motoqueiro ou ciclista se engata em alguém por lá e se inicia uma pequena discussão em árabe que é bastante inusitada.

A coisa que eu mais gostei em Marrakech, sem dúvida, foi a segurança. Não se vê policiais em abundância nas ruas, mas eles não roubam e nem ameaçam as pessoas simplesmente porque é contra a lei! Segundo eu li na internet, a pena pra quem for pego roubando é cortar a mão. Portanto, não se preocupe em andar com a sua câmera, com dinheiro, com jóias e etc. É super seguro. Por várias vezes eu me perdi e andei por alguns lugares bem sinistros – eu não via nenhum outro turista – mas não senti medo nenhum.

Mas uma coisa muito chata é pedir informação. Eles não dão informação, eles levam você até o lugar onde você quer ir. E no final, claro, eles te cobram dinheiro. Apesar de você não ser obrigado a dar, o bom senso recomenda que sim.

Uma dica importante: nunca compre nada pelo preço que o vendendor diz de primeira. Esse preço é muito acima do preço “real” – o preço real, aliás, nunca saberemos –, se o cara diz que uma coisa custa 50 dirahns, pode ter certeza que você leva 40 ou 35, ou até 30 dependendo da quantidade que você comprar.

A temperatura é horrível até pra quem está acostumado com o calor de Manaus. Eu não sei dizer se é pior do que Manaus, é apenas diferente. Mas é muito calor… Eu bebia 4,5lts de água por dia. Teve um dia que eu bebi 5,75lts de água!! Pelo menos a água é baratinha, no entanto, tem um gosto meio esquisito. Apesar de a garrafa dizer que a água é mineral, eu tenho a impressão de que ela é desalinizada.

Basicamente é isso. Marrakech é um lugar onde se deve relaxar com algumas coisas (a higiene, por exemplo) e curtir. É onde o muito velho se cruza com os lançamentos; onde o Fiat C147 e uma carroça andam do lado de uma Cherokee 0km.

to be continued

Marrakech: a aventura

A aventura em Marrakech

Depois de bastantes horas de atraso em Madrid, mas devidamente acomadado em um hotel com direito a jantar e tudo, cheguei em Marrakech às 5 da manhã.

É, não poderia ser pior.
O pior horário pra se chegar numa cidade desconhecida quando ninguém espera por vc é a noite.

Quando eu saí do avião, o clima estava agradabilíssimo, uns 20 graus, todos passaram pela imigração tranquilamente – ser barrado no Marrocos deve ser o cúmulo -, catamos a bagagem e fui em direção ao saguão. Avistei uma fila de pessoas e deduzi que fosse pra cambiar – se é que essa palavra existe – e entrei na fila. Alguns minutos depois, vi que a fila desembocava em um caixa eletrônico e pensei:
– égua, como eu vou trocar meu dinheiro em um caixa eletrônico?

E vi que todas as pessoas, exceto eu, estavam segurando um cartão que devia ser o visa travel money. Olhei pro lado e vi que não tinha ninguém nos balcões pra fazer a troca.

Excelente, vou ter que esperar amanhecer!
E lá fui eu me sentar e esperar o sol dar o ar de sua graça. Mas, de repente, eu vi algumas pessoas em um dos balcões, fui lá ver e tinha uma pessoa lá.

Beleza, troquei 100 euros por 1000 e poucos dirhans e fui atrás de um táxi.

Eu tinha solicitado ao albergue que fosse me buscar no aeroporto, mas como o vôo atrasou, não tinha ninguém lá, mas mesmo assim eles avisaram que o serviço custaria 10 euros durante o dia e 15 euros durante a noite. O que é um absurdo porque uma corrida da praça pro aeroporto não custa nem 2 euros.

No Marrocos, ou pelo menos em Marrakech, existem dois tipos de táxi: o petit taxi e o grand taxi. Os petit taxis são pequenos (dã) e carregam até 3 passageiros e são Unos, Fiat C147 (é sério!), Peugeot 206 antigão, Clio antigão e outras velharias. No entanto, os petit taxis são mais baratos e têm taxímetro (apesar de os motoristas se recusatem veemente a ligá-lo). Os grand taxis são mercedões velhos (eu vi alguns novos também) que carregam até 5 pessoas e não têm taxímetro. Os preços são combinados antes do trajeto. Ou não. E, claro, são bem mais caros que os petit taxi. Um trajeto de 12 dirhans num petit taxi sai por uns 50 dirhans no grand taxi.

Pois bem, quando eu sai do saguão do aeroporto, fui logo assediado por um taxista que perguntou se eu queria taxi. Eu respondi que sim e disse petit taxi. E ele confirmou: petit taxi. O problema era que o petit taxi dele estava estacionado a uns 20 metros dali e na nossa frente só havia grand taxis. E claro que, como brasileiro que sou, pensei que ele queria me passar a perna, mas ele não sabia que enquanto ele ia com a menta eu voltava com o chá. E eu bati o pé e falei: petit taxi. E ele novamente confirmara petit taxi e apontara pra sua caranga lá adiante. Chegou outro cara, e eu falei que não queria um grand taxi e esse cara disse que não era grand taxi, que era petit e que era pra eu seguir o taxista com quem eu estava falando. E de repente eu entendi a situação, me desculpei e fui rumo ao petit taxi do cara. É importante observar que essa conversa se deu muito precariamente, já que os Marroquinos não são experts no inglês e eu não falo francês e muito árabe.

Entrei no táxi e fui rumo ao desconhecido. Logo na saída do aeroporto havia uma espécia de outdoor com a foto do rei. E isso é uma coisa louca. Tem foto do rei em todo lugar, do rei com a família, do rei com o filho. Essa devoção a um rei hoje em dia, é muito esquisita.

Dei o endereço pro taxista e a gente foi rumo ao albergue, eis que um momento ele pára o carro e diz: tá aqui a rua, é por aqui. A rua era muito estreita e não passava um carro aí eu tinha que seguir a pé. É, seguir a pé por aqueles labirintos e sem conhecer nada!

Desci do taxi, tirei minhas coisas e fiquei lá com aquela cara de cu, sem saber pra onde ir. Então segui em frente, desesperado, sozinho, de madrugada e com todas as minhas coisas no Marrocos.

Pausa para um drama: eu realmente estava desesperado, com o cu na mão pois eu não sabia pra onde ir e como eu moro no Brasil, estava com medo de ficar até sem as cuecas.

Segui em frente e achei um bifurcação, escolhi um lado e continuei andando, me deparei com um corredorzinho muito escuro e decidi voltar correndo e muito desesperado. Decidi que ia dar 50 dirhans pro taxista pra ele me levar até a porta do albergue. Mas quando eu ia voltando pro lugar onde ele me deixou, ele ja tava indo embora, eu ainda gritei, mas nada…

Então decidi ir pelo outro lado da bifurcação, e fui seguindo o caminho, procurando o maldito número 80, quando de repente, ele surge na minha frente. Muito agoniado, eu checo pra confirmar e tava lá a placa na porta “Equity Point”. Comecei a bater freneticamente na porta e tocar a campainha. O cara veio, abriu a porta, e uma imensa alegria invadiu meu coração! Na verdade, eu tinha decidido que se mesmo que aquele não fosse o albergue que eu tava procurando, eu ia ficar por lá de qualquer jeito.

Expliquei pro cara que eu estava muito agoniado, que tinha sido uma aventura chegar até lá e que no Brasil não se anda a noite por lugares como aquele e ele não entendia do que eu tava falando.

Comecei a preencher a ficha e etc, quando mais umas pessoas bateram na porta e entraram do mesmo jeito que eu, muito aliviadas por terem encontrado o lugar e falando: “caralho, ainda bem que a gente encontrou. Eu tava desesperada”. Mais brasileiros! E mais, estávamos no mesmo vôo!!

Na verdade, essa a primeira impressão errada sobre o Marrocos, depois eu descobri que pelo fato de ser um país islâmico, pode-se andar tranquilamente pelas ruas. Coisa que é muito boa, pois eu me perdia muito e, de vez em quando, andava por umas quebradas bem estranhas onde eu não via nenhum turista, mas não tive problema nenhum.

to be continued

Primeiro mundo eh outra coisa

Desculpe, mas nao eh possivel colocar acento aqui.

Pois eh, eu fui pra Marrakech – fica no Marrocos, norte da africa, bem embaixo da espanha, seu burro. A minha via-sacra foi Manaus-Sao Paulo-Madrid-Marrakech. Pois bem, muita felicidade, minha primeira viagem internacional e etc.

Aprendi uma coisa: voo internacional eh no corredor, mermao. Ou entao de primeira classe ou executiva. Mas isso nao estah ao nosso alcance.

Pois eh, 10 horas de viagem – juntando tudo, acho que eu dormi uma hora, aproximadamente. O servico de bordo foi muito bom, um jantar muito gostoso e tinha ateh vinho. So que eh muito pouco pra mim. O cafe da manha foi acima das expectativas, mas pouco tb.

Cheguei em Madrid às (opa, dá pra colocar acento!!) duas da tarde e eu estava preocupado com a imigracao (ops, só acento agudo…). Ok, a putaria ja acabou, mas mesmo assim, vá saber…

A primeira coisa que eu notei foram os guiches separados para cidadaos europeus e resto de nacionalidades (sic). Beleza, me juntei ao resto e quando chegou na minha vez, fui logo dizendo pro cara que eu só tava ali pra pegar um voo pra Marrakech e ele deu o carimbaco. Pronto! Estava na Europa!

Pra quem me conhece, sabe que ir pra Europa é um sonho meu e apesar de eu nao ter ido pra Europa, eu estava lá e isso que importava. Estava calor pra caceta, mas mesmo assim, agradável. A vegetacao e as paisagens sao diferentes e as pessoas sao mais exóticas, digamos assim.

Desembarquei no terminal 2 e o meu outro voo era no terminal 4, peguei o transfer e o impacto: a distancia entre os terminais é quase a mesma do aeroporto pra minha casa!! Ok, estou exagerando, mas diria que é a mesma entre o aeroporto de Manaus e a ponta negra. Sem putaria!

Ok, chegando lá, faltavam algumas horas pro voo e fiquei bundando por lá. Comi no McDonalds (a comida de verdade custava 20 euros, o prato) e custou 6 euros. O copo de refrigerante tinha 600ml, sei la. Era muito grande. E o sanduiche tinha repolho, mas era o único jeito.

Um adendo importatne: uma vez em outro país, se habitue com o dinheiro de la. Ou seja, nao converta tudo, senao vc enlouquece. É claro que há limite, os 20 euros, por exemplo, mas pras pequenas coisas, é melhor nao converter. A água custa 1,5 (euros) e nao custa 3,9 reais, entendeu?

Pois é, depois aproveitei os precos “baixos” pra tomar um McFlurry, custou 2,10 (euros). É muito bom, parece o ovomaltine do Bobs, mas este é melhor.

Fui fazer e check-in pra Marrakech e surpresa: o voo tinha sido cancelado. Isso mesmo, cancelado! Nao era atraso, era cancelamento. Maravilha, pensei. To em Madrid, sozinho, sem internet e meu voo foi cancelado!

Mas aí entra o título do post: Primeiro mundo é outra coisa!! O voo estava planejado pra sair às 18hrs, mas com o cancelamento, a previsao era de que haveria outra voo somente às 2 da manha (do dia seguinte).

Entao o que eles fizeram?  Tocaram o foda-se? Disseram: “sinto muito, senhor, mas nao posso estar ajudando”. Nao, nada disso, – se vc está de pé, sente-se – eles nos mandaram pra um hotel! Isso mesmo, nos mandaram pra um hotel pra esperarmos algumas horas! No Brasil…bom, deixa pra lá. Ah sim, ainda tínhamos direito a jantar e seis minutos de ligacao. Aproveitei pra dormir um pouco e passar uns faxes… O jantar nao estava bom: era uma comida estranhíssima. De entrada tinha uma tal de sopa juliane que é basicamente água quente com legumes dentro. Nao tem gosto de nada!

No caminho pro hotel vi uma Madrid muito bonita, com um sistema viário fantástico – nao passamos por nenhum semáforo no caminho – pelo menos naquela parte. Ah, acho que vi o centro de treinamento do Real Madrid, pelo menos tinha uma placa na frente, uma coisa que parecia um estádio e vários holofotes.

Meia-noite voltamos pro aeroporto e cheguei em Marrakech às 5 da manha (eu deveria chegar às 19hrs do dia anterior)

A caminho do albergue em Marrakech, a aventura…

to be continued

Apocalipse?

Acabei de sentar aqui no computador e tentei acessar o google, o gmail e nada

– Puts, sem internet…

Entrei no uol e funcionou…

So pode ser o fim do mundo…

Marrakech

To aqui em Marrakech desde hoje, 5 da manha. Ja andei bastante e meus pes estao doendo Deixei pra usar o tenis novo aqui e me ferrei. Ele nao esta amaciado o suficiente.

Ja vi a praca Djemaa el fna (ou algo assim) e a mesquita La Koutubia (ou algo assim). Depois sai da medina e andei, andei, andei. Cheguei ate um ponto qualquer e voltei. Aqui no albergue Equity Point tem internet de graca e boa. So que o teclado nao tem acento e alem dos caracteres normais tem uns alienigenas

Apesar de eu estar praticamente virado desde quinta (dia 3) eu nao consigo dormir direito.
Eu nao falo arabe e nem frances. E as pessoas aqui nao falam ingles…maravilha…

Por enquanto eh so, quando eu chegar eu faco um relato completo

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