Debate com os prefeituráveis de manaós

Agora (28.09.08) está rolando o debate com os candidatos a prefeitura de Manaus pela TV A crítica.

A tv a crítica está dando uma aula de como não se fazer um debate. Péssima produção, cenário muito escuro e um mediador incapaz.

No começo do debate aconteceram algumas coisas que deveriam ter sido combinadas antes com os candidatos, desentendimentos com os tempos de pergunta e resposta, cronômetro que não funcionava direito. Enfim, uma merda.

O cenário é digno de Tim Burton: muito escuro e sombrio apesar de o fundo ser colorido.

O mediador é o Roberto Mendez. Pra quem não sabe, o Roberto é um ex-gordo que fez redução de estômago e agora se acha a última coca-cola do deserto. É a estrela da tv a crítica. É pedante, blasé e metido a intelectual. Roberto também conduz o programa de entrevistas ‘linha de frente’, onde faz mimos em seus convidados. Roberto é advogado por formação mas já fez alguns bicos de jornalista. E tem mostrado que não é capaz de conduzir um debate, é muito atrapalhado e um pouco arrogante. E fica a pergunta: por que diabos a ‘a crítica’ não colocou um jornalista de verdade pra mediar?

Agora o debate. Como eu não acompanhei desde o início, eu não vi se o sorteio para as perguntas foi mostrado. Mas acho que seria de bom tom fazer o sorteio antes de cada pergunta ser realizada. Digo isso por causa de uma coincidência (assim espero) entre uma pergunta e o candidato que a respondeu. Um jornalista fez uma pergunta sobre a violência juvenil e adivinhe pra quem foi a pergunta? Pro moderno Omar que alardeia uma de suas parcas realizações, o galera nota 10 (se é que foi ele mesmo quem fez…).

O Omar está inacreditável. O seu (dele) professor de oratória está quase de parabéns. Só falta uma tonelada de carisma. Omar gesticula suavemente, fala manso, faz uma cara de coitadinho. É quase um Eduardo Braga! O que tem me irritado é a tática que ele adotou, quando provacado, não responde. Fala das maravilhas do governo do estado e da sua forma moderna de governar. Ah, e continua falando semáfAro!

O Serafim eu não sei bem definir. Ele se mostra muito tranquilo, não reage aos ataques, dá uma de coitado, aponta o dedo e diz: tá vendo como ele tá me batendo? tenham pena de mim… Isso é esquisito. Mas Serafim foi muito esperto em alguns momentos, perguntou pro Luiz Navarro sobre um programa da prefeitura dele. Navarro, claro, não sabia do que se tratava e Serafim deitou e rolou.

O Praciano é o vice do lula. Só fala do ‘presidente lula’ e esquece dele. Pra alguém isso deve funcionar, pra mim e pra pouca gente, não… Praciano tomou uma ownada bonita do Serafim essa semana na propaganda eleitoral. Serafim foi receber um prêmio por alguma coisa aí e mostrou um trecho onde o lula dizia ‘sarafa, o prefeito de manaus’ e depois mostrou eles dois se cumprimentando. Grande coisa, mas pra quem diz que é o candidato do lula e só tem um vídeo genérico (‘o prefeito da sua cidade’), foi uma chupada bonita.

Luiz Navarro e Ricardo Bessa estavam num churrascão com a família quando, de repente, alguém lembrou: ei, o debate não é hoje? ‘Pouta merda, é mesmo!’ E foram lá. Digo isso pelo total despreparo de ambos. Bessa suava pra responder qualquer coisa desconexa. Luiz Navarro continua com o seu delírio comunista. E disse que o socialismo está em alta em Manaus! É sempre bom saber de novidades :D. Outra coisa irritante foram as carícias socialistas trocadas entre ambos. Ficavam dizendo o capitalismo é mau, feio e bobão e que o socialismo, claro!, é a solução.

Teve uma hora que o confronto foi entre o Navarro e o Omar. Omar respondeu que era contra qualquer ditadura, seja ela dos militares ou do proletariado. Pra quê?? Navarro quase infartou! E bradou: ‘eles, os capitalistas, não querem o proletariado porque não querem mudança!!’ (ou alguma coisa assim) Ah, sim, Navarro ainda não abandonou a sua camisa vermelho-companheiro.

Outra fato que mostra o total despreparo foram as bolas que alguns candidatos levantavam pra outros. Praciano perguntou pro Omar sobre vida pública. Omar deitou e rolou: combate a ditadura, movimento estudantil e disse que enquanto ele estava do lado dos trabalhadores, Praciano era patrão no Distrito e era contra greves. Tomou bonito…

Bessa também levantou um bolão pro Praciano. Pediu pra ele explicar que parada é essa aí de fazer por Manaus o que lula está fazendo pelo brasil.

Bessa perguntou pro Omar sobre o mais novo escândalo baré (um dossiê que atinge o Dudu na jugular) e Omar, claro, tergivesou… Falou que aquilo era baixo porque atingia a honra da família do governador e que ele ficava muito triste (insira aqui um cara de choro).

Pra mim, o debate não teve saldo nenhum, muito menos vencedor. Continua tudo do jeito que tava.
No debate inteiro mostraram duas, três propostas. O resto foi puramente retórico e raposas posando de vítima.

Anúncios

Demência

Com o passar do tempo, o que todo mundo espera é que as coisas evoluam. Que o salário aumente, que a velocidade dos gravadores de dvd aumente, que os hds possuam capacidades cada vez maiores e etc.

Mas no braziu, a gente regride, só anda pra trás!
As leis são cada vez mais ridículas e sem cabimento.

Exemplos:
1. por conta do campanha eleitoral, o TRE e a polícia têm feito blitzes para pegar carros com propagandas irregulares. Propaganda irregular – pelo o que eu me lembro – é quando não tem o CNPJ lá no adesivo e quando o adesivo ocupa mais do que um determinada porcentagem da área do carro.

Pegaram uma galera aí. Eles vão lá e arrancam os adesivos. Pegaram até um candidato a vereador que quis cantar de galo e acabou tendo o carro apreendido.

A equipe de televisão que acompanhou a blitz entrevistou o juiz responsável. Ele disse que essas blitzes eram necessárias pra evitar a propaganda irregular e evitar que alguns candidatos abusassem do seu poder econômico.

Desde quando propaganda em carro define alguma eleiçao?
Engraçado que jamais deve ter passado pela cabeça de quem fez essa lei que o que realmente inflencia a campanha é a propaganda na tv. Abusar do poder econômico na tv (que é onde interessa), pode, sem problema nenhum. Produções dignas de novela da globo em um tempo completamente díspare. Tem candidato cujo programa inteiro tem o tempo da contagem regressiva de abertura de outros! Mas isso, de forma alguma, é uma competição desleal com os outros! Nunca!

2. Tem uma proposta aí pra mudar algumas coisas do código nacional de trânsito. Dentre os quais aumento extorsivo de multas e proibir os motoqueiros de trafegar entre os carros.

É de uma imbecilidade… Com essa o braziu vai criar mais uma jabuticaba: o engarrafamento de motos, já que as motos vão ter que andar na faixa tais quais os carros.

Word Cloud

Word cloud do Pai d’égua

Word cloud do Pai dÉgua

Word cloud do Pai d'Égua

http://wordle.net/

Primeira classe

Eu já fiz algumas viagens longas e digo: classe econômica é foda!
É a única maneira que a ralé tem de viajar, mas mesmo assim é muito escroto!
É apertado e desconfortável, basicamente, mas precisa de mais o quê?
Uma vez, vindo de São Paulo, quando eu voltava de Madrid, eu vim de gaiato de classe executiva pra Manaus. Não era a mesma classe executiva dos vôos intercontinentais (o vôo era São Paulo-Caracas), mas peeense numa diferença!
Já começa pelo assento. A largura é de praticamente dois assentos da econômica e a poltrona reclina um pouco mais.
As mais diversas revistas são oferecidas (revistas mesmo: veja, isto é, contigo, caras), rola um necessaire bem razoável e você recebe um cardápio.
Isso tudo em solo, assim que o avião levanta vôo, a aeromoça passa anotando os seus pedidos: entrada, prato principal, bebida e sobremesa, tudo isso acompanhado por pãezinhos, geléias, azeite e etc. Eram duas opções de entrada, três opções de prato principal, duas de sobremesa, três de vinho (dois tintos e um branco) e duas de sobremesa. Passa-se muito bem, obrigado. Mas, infelizmente, alegria de pobre dura pouco, e pouco mais de 3 horas depois, o sonho acabou e tive que me conformar com o terceiro mundo na viagem seguinte.

Mas esse não é o objetivo do post. Claro que eu desejo do fundo do meu coração que a minha próxima viagem seja de executiva (pelo menos), mas isso é uma coisa muito distante pra ser bem otimista.

Ultimamente, eu tenho olhado os preços de passagens pros mais diversos lugares. Exemplo: São Paulo-New York de econômica custa quase 3 mil reais. De executiva custa quase 9 mil e de primeira classe custa 18 mil reais!! Dezoito mil reais!! É um carro!!
Pagar 9 mil reais pra ir de executiva vale muito a pena, sem dúvida. É muito dinheiro, sim, mas é um vôo de 10 horas e além das mordomias no ar, tem as do solo!
Mas será que pagar 10 mil reais a mais (outra passagem de executiva!) pra ir de primeira classe da TAM vale a pena?
Se a primeira classe for aquela famosa da TAM, cabines individuais, totalmente privativas, talvez valha.
Pelo menos nos aviões da TAM que eu vi, a primeira classe era igual a executiva só que tinha menos assentos. Claro que o serviço é diferenciado, mas mesmo assim são 10 mil reais! Ainda mais hoje em dia, que os assentos da executiva já reclinam 180 graus.

Claro que na Emirates, já é outra história…

Acabou

É dureza voltar a rotina…
Eu tava em clima de férias, a minha única preocupação era planejar os passeios do dia seguinte…

Agora é voltar a vida normal: pegar ônibus sem horário pra passar, ônibus lotado, atenção quadruplicada na rua e no semáforo (ou semáfaro, como diria o Omar), comer no RU, programar, escrever e etc…

Não é frescura, não, mas, caceta!, como é abafado aqui! Hoje eu fui almoçar e parecia que eu tava dentro de uma estufa, eu podia sentir o bafo me empurrando!

USA – Vamos copiar o que dá certo

Algumas coisas aqui nos EUA (muitas coisas) são bem mais práticas e simples do que no Brasil. Então por quê não copiar essas coisas ai pro Brasil?

– A água aqui é de graça. Já aconteceu duas vezes comigo. No restaurante, pedimos água, a mulher trouxe um copaço. Lá pelas tantas, o copo foi secando e lá vem a mulher com uma jarra de água e reabastece nossos copos. Na hora da conta, o valor da água veio 0,00. Ok, era um restaurante numa cidadezinha da Virginia. Hoje aconteceu de novo em New York, em plena Manhattan. Era um restaurante razoável, pedi água porque estava sedento e depois lá vem o garçom e reabastece o copo. Ou era de graça ou era um valor fixo. Não veio nada na conta. Já me disseram que é água da torneira. Mas, lembre-se, a água da torneira daqui é bem diferente.

– Celular. Assim que eu cheguei, eu comprei um celular aqui. Foi uma das melhores coisas que eu fiz. Paguei 40 dólares. O celular é um motorola vagabundo (pleonasmo), mas já veio com 25 dólares de crédito, o minuto custa 10 cents (!) e liga de graça pra AT & T ilimitado! Em contrapartida, eu pago 1 dólar por cada dia que eu uso o celular e pago por chamada recebida (aqui nos EUA é assim! os pós-pagos tb!). Não existe roaming e interurbano dentro dos EUA e em alguns outros países como Canadá e México. Eu sempre ligo pro Brasil do celular e 3 minutos custam 1 dólar! 1 dólar por uma chamada internacional pra celular!!

Por que não pode ser assim no Brasil? Privatizem as telecomunicações no Braziu! Qual o custo de uma chamada local pra uma operadora? Zero! Elas estão na mesma rede! Mas vamos ser realistas e adicionar os custos de manutenção e etc. Chega a 1 centavo? Com exagero, talvez.

– Sistema de transporte: já experimentei os metrôs de Washington DC e NYC. Em DC, o metrô é caríssimo (uma viagem minha chegou a custar mais de 4 dolares!). Mas em NYC é barato e super eficiente. Assim que eu cheguei aqui eu comprei o ticket de 7 dias ilimitado. Ilimitado! Durante 7 dias eu ando o quanto eu puder de metrô por 25 dólares! O metrô aqui vai pra todo lugar. Tem linhas que vão do The Bronx até Staten Island! (olhe no mapa) Eu tô na rua 200, a times square fica por volta da rua 42 (por aí), em meia hora, eu tô lá. Esse fim de semana, alguns trechos do metrô estão em manutenção e esses trechos estão sendo feitos de ônibus. Pra se ter uma idéia, pra vir da rua 168 até a 200, levamos quase o mesmo tempo do pra vir da 59 até a 168! O trânsito aqui sucks! Claro que ter um carro é ótimo, mas gastar menos e ser bem atendido é melhor ainda. O metrô é o transporte do futuro.

– Segurança. Em nenhum momento eu senti medo aqui. Nenhum! E olha que aqui tem um galera que só de olhar pra cara já apavora. Claro, estamos falando de Manhattan, no Bronx dizem que a estória é outra, mas, o que diabos eu vou fazer no Bronx? O zoológico? Não, obrigado.

O impressionante é que não se vê muito policial na rua, sempre tem um ou outro rodando, mas não é aquela coisa ostensiva, mas mesmo assim, é super tranquilo. O metrô também é super tranquilo, e eu só vi policial com cachorro e o caralho em apenas uma estação.

Eu diria que você pode contar dinheiro na rua, sem medo nenhum, apesar, de claro, o bom senso não recomendar isso.

– Educação: pode dizer que os americanos são frios. Mas eles são educados. Muito educados. Tudo aqui é excuse me, sorry, thanks, you’re welcome.

Porém, tem coisas que a gente realmente não precisa copiar.

– Paranóia. A paranóia com segurança aqui é grande. Pra ir pra estátua da liberdade é foda. É airport style security, mano! Pra entrar na estátua é no backpacks, tudo de novo e no food or drinks allowed! Passa até por uma máquina que dá três jatos de ar na pessoa (se alguém souber que diabo é isso, diz aí). Policiais armados até os dentes com metralhadora e o cacete é comum aqui. Como já falei, em DC o policial deu um chega pra lá num cara e disse pra ele manter uma certa distância.

– Tax: taí um coisa que eu não gostei daqui. As taxas aqui não estão no valor do produto, elas só vão ser acrescentadas no final da compra, no caixa. Cada estado tem a sua alíquota, gira em torno de 7%, 8%. É um inferno porque você nunca sabe quanto as compras vão dar. E tem vezes, que, ou eles não cobram ou então já tava embutido no preço. Vá saber. Eu concordo em deixar claro quanto do preço é de taxa, mas separar, não.

– Tip: outra coisa que me irrita, menos que o tax, é a gorjeta. Elas giram em torno de 10 a 20% dependendo do serviço. O engraçado é que nos restaurantes, a gorjeta é chamada de gratuity. E varia de acordo com o número de pessoas. Dependendo do lugar, mesas com 8 pessoas são ‘sugeridas’ a pagar 18%. Quando o serviço é bom, vá lá, mas quando o serviço é ruim (como normalmente é em Manaus) é foda pagar os 10%…

USA – Ground zero, Century 21, Brooklyn Bridge, J&R and beyond

Bom, hoje eu fui nesses lugares aí do título.

O ground zero é o que sobrou das torres gêmeas. Tão construindo alguma coisa lá que eu não faço idéia do que seja. Assim que eu cheguei lá, me deu um arrepio, é um lugar um pouco carregado, sei lá. Como ontem foi 11 de setembro, tinha flores, homenagens, etc. Eu achei muito legal uma bandeira dos EUA com o nome de todas as vítimas.

Ali naquela região tem muitos prédios, muito altos. Agora, imagine você, que ali tinham dois (dois!) prédios mais altos ainda!!

Depois, fui na Century 21. Essa loja é uma dica do fantástico Nova York para mãos de vaca. Segundo consta, a Century 21 vende as peças de marca da estação passada. Eu fui lá e comprei camiseta da Nike por 10 dólares, óculos escuro da Tommy Hilfiger por 15 dólares e etc. Bom, eu espero que seja tudo original (usar coisa de marca falsificada é deplorável…). Mas eu creio que seja, sim. Eu acho que uma loja daquele tamanho teria muitos problemas em vender coisas falsificadas tão descaradamente. A loja tem uns 4, 5 andares e tem de sapato a cama, mesa e banho. É bom ir com paciência porque é tudo jogado lá.

Em seguida: Brooklyn bridge. Muito legal. Bem bonita e tem um visual fantástico. Assim que eu vi a ponte, eu me arrepiei. Eu só fui até a metade e voltei porque eu não tinha muito interesse no brooklyn, não. Dizem que é o bairro mais charmoso de NYC. Então, tá…

A ponte balança muito! Tem horas que parece que vai cair. E também, vai que a Al-qaeda resolve fazer o 12 de setembro e jogar um avião na ponte? Eu tenho certeza (e o governo americano também) que a ponte é praticamente um alvo com uma seta fluorescente…

Aproveitei e fui na Wall Street. Taí um lugar que ninguém precisa ir. É um bequinho que tem a bolsa de valores, só isso. Um pouco mais pra baixo é que tem um pouco mais de cara de rua importante. O estranho é que apesar de essa parte da cidade ser importante, é bem largado. Essa região tem um ar muito soturno, sinisitro. Mas não tem perigo, não.

De Wall Street aproveitei pra ir até o Pier 17 que é um shopping legalzinho, bom pra comprar uns souvenirs e comer. Eu comi algum prato chinês aí que tava gostoso e foi baratinho (6,99 usd). O pier também tem um terraço de onde se tem uma vista muito legal da ponte do Brooklyn.

Hoje o que atrapalhou um pouco foi a chuva. E o pior era que não chovia de uma vez, ficava naquelas de chove, não chove.

Depois fui até a J&R pra comprar as muambas que me pediram. A loja, definitivamente, é a maior da cidade mas, em compensação, é a mais tosca. Eu acho que o dono deve ser paquistânes, indiano, sei lá e parou no tempo, o bichinho… O que me fez achar isso foi que a mulher do caixa que era tambem dessa nacionalidade aí. Então deve ser um negócio meio que em família e tal.

Pois bem, a loja é tosca porque você tem que ir lá com o vendedor, aí ele faz uma notinha manuscrita e você vai no caixa e paga e volta com o vendedor pra ele dar o produto pra você. Mas, eu não sei porque cargas d´água em outro balcão a mulher já me deu o produto. Pois é, em cada andar, bem na saída da escada, tem aquelas paradas de apitar e como eu tava com um cartão de memória na mão, toda vez que eu passava por aquilo, aquela merda apitava. Pelo menos ninguém veio me encher o saco. Ah sim, a partir do segundo andar, nada de mochilas, você deixa lá num guarda volumes.

Beleza, subi, desci e fui pagar. O que eu encontro no caixa? Uma máquina reZistradora! Daquelas bem old-school mesmo, com display verde e tudo!

Acha que acabou? Nada, depois que volta com o vendedor pra pegar os produtos, você vai com eles na mão até a porta. Chegando lá, um carinha confere tudo e dá a sacola pra você. Ou não.

Isso sem contar os terminais de consulta dos vendedores. Mermão, era monitor de 14 polegadas e um sistema daqueles de drogaria, tipo clipper? Pois é…

É um contracenso uma loja daquele porte ser tão arcaica.

%d blogueiros gostam disto: