Feliz 2009

Esse post é uma cópia descarada desse post do Morroida

Fogos

Fogos

Agora que acabou o carnaval, feliz 2009 pra você!

Ave concorrência

A concorrência é a melhor coisa que existe pro consumidor.

Pro comerciante, nem tanto, talvez. Mas pro consumidor, certamente é. O efeito imediato da concorrência é a queda do preço. Se não houver queda do preço, o comerciante vai, no mínimo, tentar fazer valer o preço do produto/serviço dele.

Vamos a um estudo de caso. Antes da volta das lojas Americanas a Manaus, só a Bemol vendia DVDs em Manaus – ok, várias outras lojas vendem, mas nenhuma no nível da Bemol, principalmente em acervo. Com sorte, o dvd mais barato que se encontrava por lá, custava R$ 20. As promoções eram praticamente inexistentes e quando tinham, só tinha bomba.

Aí a Americanas voltou. E voltou com tudo. Lá é possível encontrar uma grande gôndola repleta de dvds que custam R$ 12,99. E dvds muito bons, diga-se. É claro que tem as velharias, mas tem filmes e shows recentes também. Dia desses eu comprei ´O Iluminado´ – uma merda, by the way – por R$ 12,99. Já vi também por R$ 12,99 ´Happy Feet´, ´Scarface´ e muitos outros títulos. Existem várias outras opções por R$ 14,99, R$ 19,99 até por R$ 9,99 tem.

Aí, hoje eu fui na Bemol e o que eu vi? Uma prateleira repleta de dvds com preços de R$ 9,90 até R$ 19,90. Bons dvds, a propósito. Pois é, quem diria, a Bemol vendendo dvd por esse preço…

E já ouvi falar por aí que a próxima a chegar é a Saraiva Mega Store. Aguardemos.

My name is Arlen

Hoje quando fui checar as estatísticas do blog, tinha uma busca bem assim ‘policia arlem manaus’.Égua, que porra é essa?

Depois, li no blog do Holanda que o policial Arlen Sebastião dos Santos de Souza – da polícia militar do Amazonas – foi preso em Natal por ter aplicado uns golpes por lá. Com todo o orgulho de ser amazonense.

É raríssimo  encontrar uma pessoa com o meu nome idêntico ao meu (com n no final), na mesma cidade então…

Eu já tinha visto nomes homônimos mas com a grafia diferente (parônimo?). No orkut eu já encontrei um Arlen Nascimento.

Enfim, meu nome é Arlen, mas é Oliveira do Nascimento.

A verdadeira conversa entre Lula e Obama

Não gosto muito de publicar coisas que estão circulando por aí, mas isso aí é muito engraçado.

O autor é desconhecido. Ou não.
Foi divulgado que Obama ligou para Lula e a conversa teria durado 25 minutos. Afinal, se Lula não fala inglês e há necessidade de um intérprete, o tempo já cai pela metade, de modo que 25 minutos viram 12 minutos e meio.

A nota oficial do governo diz ainda que os temas tratados foram biocombustíveis e Rodada de Doha.

Já a Associação da Petrobrás afirma que foi uma intimação para lhe entregarem a exploração do pré sal.

Quanto tempo será que sobrou para cada um?

Sem dúvida alguma, certamente a conversa foi mais ou menos assim:

Obama – Hello, this is the president of the United States, Barack Obama. I would like to talk to president Lula, please.

Lula – Puta merda, fudeu. Chama aquele barbudinho que parece um periquito.

Franklin Martins – O Celso Amorim?

Lula – Acho que é, são tantos ministros, puxa sacos… Deve ser esse mesmo. Chama o periquito porque tem alguém falando ingrês no telefone, porra. Eu só falo brasileiro.

Obama – Lula, is that you?

Lula – Me Lula, sim. Posso te chamar de Barack? You, Barack? Me, Lula?

Obama – I beg your pardon?

Lula – Beque pardal? (para Franklin) Bota uma música de espera, porra, enquanto o periquito não vem. Você não seqüestrou um embaixador americano? Você não fala inglês, não, seu merda?

Franklin Martins – Não me dou com os imperialistas, mas eu mesmo posso fazer a música. Sou comunicador (coloca a boca no telefone): “caminhando e cantando e…”

Lula – Canta outra, merda, você só sabe essa. Toda vez é a mesma, isso tá ficando um porre.

Franklin Martins – Mas o senhor gosta de porre, presidente!

Obama (para assessores) – I think I hear some voices… Lula?

Franklin Martins – (cantando) “apesar de você amanhã há de …”. (alguém entra) O Celso Amorim chegou, presidente. Ufa.

Lula – Porra, seu inútil, vem logo traduzir esta merda de conversa. Já passou um tempão. Uns 10 minutos. Onde você tava, caralho?

Celso Amorim – Desculpa, presidente. É que eu nunca sei quando a tarefa é minha ou do Marco Aurélio.

Lula – Marco Aurélio… hum, é o ministro da Fazenda?

Celso Amorim – Não, da Fazenda é o Mantega. Marco Aurélio é aquele do top, top (faz o gesto). Tá lembrado, presidente?

Lula – Claro. Foi engraçado pra caralho. (começa a fazer o gesto top top). Hahaha. Se não fossem esses sanguesungas da imprensa…

Obama – My God. I have a million things to solve and they don’t answer me. Hillary, can you help me here?

Lula – Começa a traduzir aí, periquito. Pergunta se ele quer conhecer a nossa caninha 51.

Celso Amorim – Presidente, não acho que esta seria uma boa…

Lula – Pergunta, porra. Eu to mandando.

Celso Amorim – Good morning, president Obama. President Lula would like to ask if you want to come and visit us to learn about our little sugarcane fifty one.

Obama – What?

Celso Amorim – Ele disse que adoraria.

Lula – Eu sabia! Esse negão não me engana! Pergunta quantas rodadas de caninha ele agüenta.

Celso Amorim – Rodada?

Lula – É, seu puxa saco. Vira-vira de cachaça, cada hora um. Rodada de caninha!

Celso Amorim – How many rounds of little sugarcane fifty one can you drink, Mr. President Obama?

Obama – Rounds of what? The only round I know is the Doha Round.

Celso Amorim – Ele disse que agüenta (cara de desespero)… o dobro de V. Exa.! Isso! Doha, dobro, é tudo a mesma coisa, presidente Lula.

Lula – Eu disse! Esse é o cara, mas ele não me ganha, não. (alguém abre a porta) Ô Marta Suplicy, vem aqui pra eu te apresentar o Obama!

Franklin Martins – (falando ao pé do ouvido do presidente) É a Marisa Letícia, sua esposa, presidente.

Lula – Caralho, toda hora eu faço essa confusão. Qualquer dia eu vou me sifu…

Obama (para Hillary Clinton) – Hillary, it was the craziest conversation since I was elected. Being president is harder than I thought!

Obama desliga o telefone.

Lula (para Franklin Martins) – Divulga uma nota aí, dessas pra jornalista comprado, contando da minha conversa com o Obama, porra. É tarde, vou dormir…

Franklin Martins – E o que dizemos para a imprensa?

Lula – Inventa qualquer coisa, caceta, ou deixa cada um inventar o que quiser. O que importa, porra, é saberem que o Obama me ligou.

Não é software livre? Sou contra!

Esses dias tá rolando uma discussão na lista de email da faculdade.

Um aluno mandou um link de uma notícia que dizia que em Stanford criaram um disciplina pra desenvolver aplicativos pro iPhone.

Quase que imediatamente, outra pessoa respondeu dizendo que não era uma coisa tão legal assim já que tudo é
proprietário e perguntou porque não desenvolver aplicativos pra Symbian, Android ou Maemo já que é
open source – mas eu nem sei se é mesmo.

Militâncias me incomodam. Essa militância do software livre, então… it’s a pain in the ass!

Já escrevi sobre O Erro do Software Livre– aliás, foi um verdadeiro sucesso, foi linkado no meio bit e tudo! –  e, na minha opinião, em vez de ajudar, esse comportamento só afasta ainda mais as pessoas que, por ventura, teriam algum interesse por linux.

Hoje, a melhor maneira – não-profissional ou não-industrial – de ganhar dinheiro com software é através da AppStore.
Lá está cheio de gente, que vendendo aplicativos bobos por US$ 0,99 já ganharam 10000 fucking dollars!!
E para o usuário leigo é muito mais fácil instalar aplicativos no iPhone (via AppStore) do que no Symbian.
Já que é preciso ou assinar o aplicativo (o que é um saco) ou configurar o celular pra ignorar aplicativos não-assinados. Mas nem sempre isso funciona.

Aproveito e abro um parentese. É incrível como a Apple consegue tirar leite de pedra. Em plena era dos torrents,
a iTunes Store fatura milhões de dólares vendendo… músicas! Fecha parentese.

O usuário leigo – os não-desenvolvedores – não quer saber se aquele programa que elas usam é livre ou não.
Elas só querem que funcione. Se o programa for bom e for pago, elas vão pagar – considerando o mundo corporativo.
Senão a Adobe, Macromedia, Microsoft e tantas outras já teriam ido pro saco.

Aí também entra uma outra questão interessante. Talvez pela abundância de bons aplicativos gratuitos
(freeware, shareware, open source), os usuários de Symbian não se mostram muito dispostos a pagar por aplicativos.
Já que poucos aplicativos possuem versão paga. Mas isso é totalmente empírico da minha parte.

E isso puxa outra questão interessante, mas essa é da cultura do brasileiro: o pobrismo; a vergonha de ganhar dinheiro.
Ganhar dinheiro é feio, e caso você cometa esse pecado mortal você não pode comprar um carro conversível,
afinal num país capitalista pobre como o Brasil é um absurdo ter essas coisas.
Exceto se você tiver a indulgência pra ser rico.

Going Insane

Depois que eu fui assaltado, eu estou levemente traumatizado.

Quando eu tô andando na rua, esperando o ônibus ou dentro dele, basta eu ver alguém suspeito – ou que me parece suspeito – que eu ligo a agonia no máximo.

Eu fico pensando: pronto, lá vem o dono buscar as coisas dele de novo… puta merda, lá vou eu ser assaltado; é agora, ele tá chegando perto; lá se vão minhas coisas…; agora que eu tô na segunda parcela do celular e já vou ter que comprar outro…

Manaus está se tornando uma cidade cada vez mais perigosa. Bairros que antes eram considerados tranquilos e bons de se morar, agora são um verdadeiro terror. Taí o exemplo do Japiim. Relatos de assaltos a transeuntes e residências quase todos os dias. É só perguntar de quem mora lá. Nessas semanas três conhecidos da minha irmã foram assaltados no mesmo local, ali na descida da Rua Penetração (sem trocadilho, por favor). No mesmo local!

No Japiim I, semana passada, um comerciante foi morto em casa, que fica do lado da Amazon Print. Quando eu morava no Japiim, passava por aquela rua todo dia.

É claro que o Japiim está longe de ser o bairro mais perigoso de Manaus, mas hoje, beira o insuportável.

Desde o natal, eu pude notar um aumento no policiamento eu alguns pontos da cidade. Entretanto, são aqueles aspiras que ainda estão em treinamento e não andam armados. É um certo conforto, mas adianta muito pouco.

E as otoridades vão fazer o quê? Torrar 6 BILHÕES de reais pra Manaus sediar 3 ou 4 joguetes da copa…

“E é por tudo isso que eu tenho orgulho de ser amazonense!”, diria a lavagem cerebral do eduardo braga…

Teste

Teste postando do celular pelo m.wordpress.com

%d blogueiros gostam disto: