A verdadeira conversa entre Lula e Obama

Não gosto muito de publicar coisas que estão circulando por aí, mas isso aí é muito engraçado.

O autor é desconhecido. Ou não.
Foi divulgado que Obama ligou para Lula e a conversa teria durado 25 minutos. Afinal, se Lula não fala inglês e há necessidade de um intérprete, o tempo já cai pela metade, de modo que 25 minutos viram 12 minutos e meio.

A nota oficial do governo diz ainda que os temas tratados foram biocombustíveis e Rodada de Doha.

Já a Associação da Petrobrás afirma que foi uma intimação para lhe entregarem a exploração do pré sal.

Quanto tempo será que sobrou para cada um?

Sem dúvida alguma, certamente a conversa foi mais ou menos assim:

Obama – Hello, this is the president of the United States, Barack Obama. I would like to talk to president Lula, please.

Lula – Puta merda, fudeu. Chama aquele barbudinho que parece um periquito.

Franklin Martins – O Celso Amorim?

Lula – Acho que é, são tantos ministros, puxa sacos… Deve ser esse mesmo. Chama o periquito porque tem alguém falando ingrês no telefone, porra. Eu só falo brasileiro.

Obama – Lula, is that you?

Lula – Me Lula, sim. Posso te chamar de Barack? You, Barack? Me, Lula?

Obama – I beg your pardon?

Lula – Beque pardal? (para Franklin) Bota uma música de espera, porra, enquanto o periquito não vem. Você não seqüestrou um embaixador americano? Você não fala inglês, não, seu merda?

Franklin Martins – Não me dou com os imperialistas, mas eu mesmo posso fazer a música. Sou comunicador (coloca a boca no telefone): “caminhando e cantando e…”

Lula – Canta outra, merda, você só sabe essa. Toda vez é a mesma, isso tá ficando um porre.

Franklin Martins – Mas o senhor gosta de porre, presidente!

Obama (para assessores) – I think I hear some voices… Lula?

Franklin Martins – (cantando) “apesar de você amanhã há de …”. (alguém entra) O Celso Amorim chegou, presidente. Ufa.

Lula – Porra, seu inútil, vem logo traduzir esta merda de conversa. Já passou um tempão. Uns 10 minutos. Onde você tava, caralho?

Celso Amorim – Desculpa, presidente. É que eu nunca sei quando a tarefa é minha ou do Marco Aurélio.

Lula – Marco Aurélio… hum, é o ministro da Fazenda?

Celso Amorim – Não, da Fazenda é o Mantega. Marco Aurélio é aquele do top, top (faz o gesto). Tá lembrado, presidente?

Lula – Claro. Foi engraçado pra caralho. (começa a fazer o gesto top top). Hahaha. Se não fossem esses sanguesungas da imprensa…

Obama – My God. I have a million things to solve and they don’t answer me. Hillary, can you help me here?

Lula – Começa a traduzir aí, periquito. Pergunta se ele quer conhecer a nossa caninha 51.

Celso Amorim – Presidente, não acho que esta seria uma boa…

Lula – Pergunta, porra. Eu to mandando.

Celso Amorim – Good morning, president Obama. President Lula would like to ask if you want to come and visit us to learn about our little sugarcane fifty one.

Obama – What?

Celso Amorim – Ele disse que adoraria.

Lula – Eu sabia! Esse negão não me engana! Pergunta quantas rodadas de caninha ele agüenta.

Celso Amorim – Rodada?

Lula – É, seu puxa saco. Vira-vira de cachaça, cada hora um. Rodada de caninha!

Celso Amorim – How many rounds of little sugarcane fifty one can you drink, Mr. President Obama?

Obama – Rounds of what? The only round I know is the Doha Round.

Celso Amorim – Ele disse que agüenta (cara de desespero)… o dobro de V. Exa.! Isso! Doha, dobro, é tudo a mesma coisa, presidente Lula.

Lula – Eu disse! Esse é o cara, mas ele não me ganha, não. (alguém abre a porta) Ô Marta Suplicy, vem aqui pra eu te apresentar o Obama!

Franklin Martins – (falando ao pé do ouvido do presidente) É a Marisa Letícia, sua esposa, presidente.

Lula – Caralho, toda hora eu faço essa confusão. Qualquer dia eu vou me sifu…

Obama (para Hillary Clinton) – Hillary, it was the craziest conversation since I was elected. Being president is harder than I thought!

Obama desliga o telefone.

Lula (para Franklin Martins) – Divulga uma nota aí, dessas pra jornalista comprado, contando da minha conversa com o Obama, porra. É tarde, vou dormir…

Franklin Martins – E o que dizemos para a imprensa?

Lula – Inventa qualquer coisa, caceta, ou deixa cada um inventar o que quiser. O que importa, porra, é saberem que o Obama me ligou.

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Sobre Arlen Nascimento
26 anos, Manaus.

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