As compras coletivas e o dumping

A premissa dos sites de compra coletivas é que um produto negociado para várias pessoas sai mais barato do que o mesmo produto negociado para apenas uma pessoa. E como existe um limite mínimo para a oferta ser ativada, o comerciante vai ter a certeza de que ele vai ter aquela quantidade de clientes. É uma degustação. A intenção do desconto é oferecer ao cliente uma oportunidade de experimentar o serviço sem pagar o preço cheio. É como se fosse um comercial na televisão, mas o objeto do comercial é o próprio serviço/produto. Mas isso tudo você já sabia.

O que eu estou em dúvida até hoje é o seguinte: alguns produtos estão sendo vendidos muito abaixo do valor de custo. Por exemplo: eu tenho certeza que um tratamento capilar com nanoqueratinização, microesfoliação e vulcanização dos fios com a estrutura metálica comprometida que custa 250 reais, não sai R$ 20 pro comerciante. A explicação é que esse mega desconto vem também da verba de marketing de que o estabelecimento disporia e em vez de usar esse dinheiro fazendo comercial na tv, o dinheiro é usado no desconto final pro cliente.

No entanto, essa prática de vender produtos e serviços abaixo do preço de custo não apenas tem um nome como é proibida: dumping. O dumping é concorrência desleal (que é crime). Isso tudo está muito melhor explicado aqui.

Ai fica minha pergunta: os sites de compra coletiva e os comerciantes que anunciam nesses sites estão praticando dumping?

Uma curiosidade: você sabia que a comissão que esses sites cobram gira em torno dos 50% do que o anunciante vender?

Uma constatação in time: depois do boom desses sites em Manaus já podemos apontar dois ou tres que sucumbiram (não oficialmente, ainda) e que hoje são apenas figurantes no showbiz, ou seja, nem fazem parte dos mais top.

🙂

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E quando a bolha estourar?

Seguindo a tradição do blog, falo sobre um assunto sobre o qual não tenho o menor domínio e cheio de opiniões sem nenhum embasamento.

Manaus passa por um momento de expansão absurdo. Tudo está crescendo para todos os lados. Prédios residenciais e comerciais estão brotando do chão. Toda semana são lançados empreendimentos imobiliários para todos os bolsos e gostos nos mais diversos cantos da cidade.

Existem imóveis com piso em porcelanato e blindex até imóveis em que apenas a cozinha é entregue  com piso, o resto vem no cimento mesmo. De apartamentos de 40 e poucos metros quadrados até coberturas que chegam a 400 metros quadrados!

Daí nasce a especulação imobiliária. Chega a ser ridículo um apartamento de 50 metros quadrados custar mais de R$ 200.000 reais pra comprar ou R$ 1000 pra alugar, com taxa de condomínio girando em torno de 300 reais. É patético, mas vende (quase) tudo.

Com a violência crescente, qualquer pessoa que tenha um pouco de juízo não quer comprar uma “casa de bairro”, é muito perigoso chegar em casa de madrugada e ainda ter que sair do carro pra abrir o portão ou ter que ficar esperando o portão abrir.

E é aí que os condomínios fechados fazem a festa. Tem condomínio aqui cuja taxa é R$ 1300! Claro que deve ter condomínio com a taxa muito maior, mas, caceta, R$ 1300 só pra ter o direito de morar em um lugar é caro demais. Mas entendo muito bem os motivos pra pagar um valor desse, só quem já teve um revolver apontado pra si entende.

Como tenho olhado o jornal em busca de apartamentos, notei uma espécie de padrão. Os valores estão muito altos não somente porque a procura está alta. Os valores estão altos porque o pessoal simplesmente não quer arredar o pé e baixar o preço. Olhando o jornal por 3 semanas seguidas, você vê quase todos os mesmos apartamentos de sempre, com o mesmo preço. Nunca entendi muito bem esse comportamento do comércio de preferir manter os preços altos e não ter clientes a abrir mão de uma parcela do lucro e manter o negócio fluindo.

Ou seja, muitos apartamentos não estão “sobrando” porque estão começando a exceder o poder de compra de quem está interessado em comprar/alugar, e essa é exatamente a definição de bolha.

Pagando R$ 1000 de aluguel (veja, estou falando de morar minimamente bem), R$ 300 de condomínio e mais as outras despesas de uma casa, se gasta mais de R$ 2000, que é o salário de quem está começando a carreira. Se adicionar carro e gasolina, a conta extrapola os R$ 3000.

(Esse último parágrafo ficou muito classe média sofre. E é isso mesmo. Para protestar, pressione CTRL+Q)

Se o Brasil vive uma bolha imobiliária ou não é dificil dizer, se nem quem passa a vida inteira estudando isso consegue afirmar, imagina eu. Mas por causa da crescente oferta de crédito e da supervalorização, a resposta natural é dizer que sim. Mas há quem diga que não.

Eu, como um leigo total, acredito que não só existe uma bolha como ela está muito próxima de estourar. Já há apartamentos aí que estão encalhados, não vendem de jeito nenhum e nem vão vender porque além de caros são muito mal localizados.

A questão é saber quando vai ser possível alugar um apartamento na Ponta Negra dos atuais R$ 4000, R$ 5000 por, sei lá, R$ 800, R$ 1000.

Vamos falar de café

Em Portugal, adiquiri o vício em café. Nem gostava de café expresso, mas como lá só tem café expresso, acabei me acostumando e gostando.

Com o tempo a gente vai percebendo que existe muita diferença, sim, entre um café bem tirado, entre os grãos e essas coisas.

Todos os dias depois do almoço, a gente sentava pra tomar um cafezinho e bater papo. Assim que eu voltei pra cá, fiquei me tremendo uns dias por não tomar aquele café esperto depois do almoço. Primeiro porque não é todo lugar que tem café expresso e segundo porque não é tão barato (a xícara custa, em média, R$ 3).

A diferença imediata do café daqui pro de Portugal é o tamanho. Em Portugal, as xícaras são menores e dificilmente vem cheia. Uma curiosidade interessante é que no Porto (norte), o café é curto e em Lisboa (sul), o café é longo, isso para a mesma dose de pó. Aqui em Manaus, as xícaras são um pouco maiores e vem sempre cheias. No entanto, a quantidade de pó é proporcional.

Então resolvi fazer um guia de cafés de Manaus.

Classe, sempre

 

– Rei do mate. O café de lá é bom e a xícara vem cheia até a borda. Não é uma maravilha, mas é muito justo. Não acompanha biscoitinho e água com gás.

– Café do ponto. O café normal de lá tem grandes diferenças com o café do Rei do Mate. No entanto, o Mogiana é espetacular. O Mogiana é super suave e adocicado. O café aromatizado de chocolate, sinceramente, é um lixo pois o aroma de chocolate acaba atrapalhando o sabor do café. E o creme irlandês não é nada demais, aquele toque de whisky estraga tudo. Recomendo demais o mogiana. Com biscoitinho e água com gás.

– Café Noar. É o antigo Le Caffe, no Millenium, e divide com outro estabelecimento o título de melhor café da cidade segundo eu mesmo. Não sei ao que se deve exatamente a qualidade do café de lá. Os baristas parecem baristas mesmo, que tem alguma instrução pra tirar o café corretamente. E o grão, claro, deve ser de qualidade. Com biscoitinho e água com gás.

– Empório Roma. O café do Roma foi uma grata surpresa, jamais imaginei que fosse encontrar um café tão bom lá. O café do Roma é bem parecido com o café português. Curto e com a espuma mais escura e espessa. Saborosíssimo. É o melhor café da cidade junto com o Café Noar. E ainda é mais barato que os demais, uns R$ 0,30, mas mais barato.

– Vanilla. Um lugar cheio de pompa, com cardápio cheio de nomes em italiano, mas um café péssimo, que deixa um gosto de azedo na boca. Muito ruim. Só vá se não tiver opção.

– Fran’s café. Outro lugar cheio de pompa com um café apenas correto. Não é ruim, mas não se destaca. Ás vezes dá a impressão de que o pessoal caprichou tanto na frescura que esqueceu do carro chefe da cafeteria.

– Fragole. Fica no Veiralves, na frente do Vanilla. Eles tem uma máquina ótima, mas os funcionários não sabem operá-la. Já fui lá duas vezes pra eliminar o transiente e não tem jeito. As funcionárias não sabem usar a máquina e acabam tirando um café ruim.

– Pão e Companhia. Café normal. No mesmo nível do Rei do Mate. Mas a P&C tem uma limonada com água com gás que olha… Boa demais!

– Cacau Brasil. Fica no Millenium, na frente do Café Noar. Tinha uma promoção que comprando um café, você ganhava dois chocolatinhos. O café é bom, no nível do Rei do Mate.

Esses são os lugares que eu fui. Ainda faltam alguns lugares pra ir como a Oiram, Copenhagem e Cacau show.

Roupa falsificada

spoiler alert: um texto bem besta.

Uma parada que eu não entendo é essa moda de usar roupa falsificada. Na verdade, eu entendo: as pessoas querem demonstrar um status que não podem ter. Então, o que eu não entendo é essa vontade de mostrar um status que não tem.

Não faz sentido. Não há vergonha nenhuma em não poder comprar uma camisa de 200 reais. Quem pode compra, que não pode não compra. É simples. Eu, particularmente, acho um exagero dar 200 reais numa camiseta, talvez eu ache absurdo porque eu simplesmente não tenho o costume de pagar isso por uma camiseta. Em uma calça jeans ou em um tênis, vá lá. Mas numa camiseta acho demais. Mas nada contra, cada um faz o que quiser com o seu dinheiro. Tem gente que compra cocaína, crack. E tem gente que compra camiseta de 200 reais.

Esse mercado de luxo é uma coisa que me fascina. Às vezes passo horas lendo esses sites que falam sobre o mercado de luxo. Acho muito curioso. Imagina pagar 10 mil reais em um terno ou R$ 20 mil em uma bolsa! Ou então pagar quase R$ 20 mil em uma passagem de 1a classe pra Paris. Apesar de achar um absurdo, ainda quero muito viajar de 1a classe. Mas vai demorar. Até eu poder dispor de R$ 20 mil apenas pra pagar a passagem, ainda vai levar um tempo.

Aliás, eu tenho uma dúvida meio bocó: como é que se faz o pagamento dessas coisas. Exemplo: ir na loja comprar umas roupinhas que tá precisando (o básica: camisa, calça, cueca. essas coisas) aí a conta dá, sei lá, 30 mil reais. Como é que faz pra pagar isso? No cartão de crédito? (caceta, imagina receber uma fatura em que uma compra é de 30 mil reais!!). O banco autoriza passar um valor desses no débito? Eu tendo a achar que é no cheque, mas cheque é um negócio tão inseguro.

Mas voltando. Eu acho que a partir de um certo preço, não há mais diferença na qualidade do produto, é só etiqueta mesmo. É claro que uma camisa de, sei lá, 50 reais é (ou deveria ser) melhor que uma camisa de 15 reais. Mas não vejo como uma camisa de 500 reais pode ser melhor que uma R$ 100.

O que me deixa mais curioso ainda é que as falsificações são grosseiras. Não precisa ser nenhum especialista pra perceber a diferença entre uma camisa da Lacoste original e uma falsificada. Basta bater o olho. Ok, os piratas estão conseguindo ser cada vez mais fiéis nas cópias. Mas mesmo assim, eu sempre vou saber que aquela camisa que eu comprei, literalmente, no meio da rua é falsificada. Tem que ser um bocado ingênuo pra não perceber. É simples: se você não comprou na loja, as chances do produto ser falsificado são muito altas.

Acabem com o futebol amazonense

Existe uma espécie de força-tarefa, que é composta somente pela Rede Amazônica, para promover o futebol amazonense.

Em todos os telejornais do canal, o Eduardo Monteiro de Paula fala empolgadíssimo de como foi a rodada do campeonato amazonense. Mostra os gols, a (falta de) vibração da torcida e etc.

O problema é que nada disso existe. A precariedade dos jogadores, da torcida e dos estádios chega a dar dó. Os jogos ocorrem em campinhos mezzo grama mezzo barro com uma grade em volta. A torcida fica empoleirada em arquibancadas de madeira (apodrecida com certeza).

As imagens dos treinos mostram clubes sem qualquer infraestrutura. Muitos não tem nem sede, treinam em campos emprestados. Outro em campinho de bairro, mesmo.

Em qualquer outro lugar do mundo, um negócio desse jeito nem existiria mais. Mas estamos no Brasil. E como manda a tradição por aqui, tem que ter dinheiro público no negócio. O governo torra sabe-se lá quantos milhares de reais com esses clubes precários. O retorno é zero, claro. Os clubes de Manaus estão na série D do campeonato brasileiro (salvo engano, algum clube conseguiu subir pra série C) e talvez alguns nem estejam aptos a participarem da série D, por serem extremamente amadores.

Os dirigentes vão a publico pedir ajuda do governo sem o menor pudor, como se fosse obrigação do estado ajudar time de futebol decadente. Quando o governo se dispõe a “ajudar” (o que já está, de saída, errado) e exige uma contrapartida (como em qualquer negócio), como um plano de metas bem definidas pra ver se o futebol amazonense ganha alguma expressão, os dirigentes se sentem ofendidos. Afinal, é um absurdo mesmo receber dinheiro e dar resultado em troca. Onde já se viu isso!?

Sempre se ouve histórias de que até existem empresas dispostas a patrocinar os times daqui, desde que esses clubes deem um passo, mínimo que seja, rumo a profissionalização. Mas aí é pedir demais.

Se dependesse apenas de mim, o futebol amazonense já teria acabado. E nem é preciso muito esforço, basta deixar de morrer por inanição. É extremamente constrangedor ver aqueles jogadores capengas, naqueles campos de barro com meia dúzia de gatos pingados fingindo que estão gostando de alguma coisa ali.

Pra mim, um negócio (qualquer um) que não consiga se sustentar deve fechar. Se o futebol amazonense é incapaz de atrair público e patrocinadores, não há razão para o futebol amazonense existir.

Vez por outra, algum ex-jogador de expressão nacional é contratado pra jogar em algum time daqui. Viola e Túlio, por exemplo. O último deles foi o Jardel, que chegou aqui mais gordo que eu (não é pouca coisa). No entanto, esses jogadores, quando chegam a entrar em campo de fato, não passam nem 2 meses aqui.

E como zuera pouca é bobagem, em Manaus será construído um dos estádios mais caros de todos os tempos para a Copa do mundo.

Fim

Esse texto foi publicado no meu fotolog em 25.09.06, na ocasião da morte de um amigo que estudou comigo no ensino médio. Foi um acidente de carro terrível, que vitimou um outro amigo que havia sido nosso professor e o namorado de uma amiga. Esse texto me veio a cabeça (e ficou ecoando) por causa da Ana Luíza, uma criança inocente, que tinha 7 anos, vítima de uma cancer terrível… Não vai dar conforto nenhum a ninguém, mas queria falar.

A morte é um negócio estranho…
Como pode uma pessoa estar aqui um dia e depois nunca mais??
Eu ja pensei nisso antes e nao tem resposta…
Pra onde se vai?? morre, enterra e depois??
Qdo é uma pessoa próxima então, é mais estranho ainda, uma pessoa q convivia com vc, q estudou com vc, q vc xingava, brincava, ria da cara e depois vc nunca mais vai poder fazer isso…e pode ser com qq um de nós, ninguém está acima disso, ninguém, todo mundo um dia vai, é a única certeza de todo mundo
A primeira reação é de não acreditar na notícia, achar q é uma brincadeira ou sei lá o q, mas aí é mesmo verdade e é triste e etc…é foda…

Os sites de compra coletiva e a venda de dados dos clientes

Quando houve o boom dos sites de compras coletivas no Brasil, eu estava em Portugal. Lá também houve o boom mas de apenas um site, o Groupon. Só voltei pra Manaus no dia 31 de dezembro e só me cadastrei em algum site de compra coletiva bem depois disso, sei lá, coisa de um ou dois meses.

Antes de eu me cadastrar nesses sites, eu NUNCA recebia email/newsletter de nenhuma loja de Manaus. Mas nenhuma mesmo. A atuação das lojas de Manaus na internet sempre foi muito ruim. Poucas lojas tem site decente, outras nem se dão ao trabalho.

Pois bem, coisa de um mês depois que eu me cadastrei em dois ou três sites de compras coletivas, comecei a receber “emails não solicitados” de várias lojas de Manaus. Não apenas de lojas mas também de shoppings e teatros. Relembrando, nunca cadastrei meu email pra receber nada de nenhuma dessas lojas. A única vez que cadastrei meu email em alguma dessas coisas foi no eCenter, no meu email do zipmail. E lá se vão uns 10, 11 anos!

A conclusão a que eu cheguei é que os sites de compras coletivas de Manaus estão vendendo os dados dos seus clientes. Li os Termos de Uso de um dos sites e não havia nada a respeito disso, então é uma puta falta de sacanagem que estejam fazendo isso.

As informações que esses sites tem em mãos valem muito porque representam uma base de dados atualizadíssima, montada toda em 2011!

E pra mostrar que eu não tô falando tanta besteira assim, olhe uma foto que tirei de um outdoor, outro dia.

Venda de dados privados?

Como evitar?

Se você já se cadastrou nesses sites não há nada que se possa fazer, pois mesmo que você apague a sua conta, os dados já foram repassados para terceiros.

É claro que quando os sites forem indagados a respeito disso, irão negar. A não ser que estejam amparados pelos termos de uso que o cliente aceitou. O negócio é ter paciência e ir se descadastrar de um negócio em que você nunca se cadastrou (que nem você teve que fazer com o Badoo).

Se você ainda não cadastrou seu email em nenhum desses sites mas pretende fazê-lo, faça da seguinte forma. Coloque algum identificador único e discreto e que somente você saiba no cadastro desses sites. O identificador deve estar no nome, pois o endereço de email não vai poder ser alterado, já que o email tem que chegar até voce, né?

Exemplo: quando for se cadastrar no Tambacu Urbano, coloque o seu nome como sendo Fulano T da Silva, o “T” siginifica Tambacu. Assim, se por ventura o Tambacu vender os seus dados, algum dia você vai receber um “email não-solicitado” endereçado para o Fulano “T” da Silva. Essa idéia não é minha, vi em algum site por aí que eu não consigo lembrar.

Mas percebi que os “emails não-solicitados” não são personalizados, então mudar só o nome não serve. E ainda: alterar o nome poderia implicar na utilização do cupom, já que é exigido que você apresente o RG na utilização.

Como criar um email para cada site não é prático. você pode criar alias, um apelido pro seu email. No momento do cadastro, você coloca esse alias no lugar do email real. O Gmail permite que você crie alias adicionando um +<identificador> após o seu user name, como em meuemail+compras@gmail.com. Assim você é capaz de “rastrear” o remetente do email. Alguns sites não permitem a utilização do caractere “+” no campo de email na seção de cadastro. Mas na seção de alteração, você pode adicionar um endereço de e-mail com o “+”.

To be continued.

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