Neymar é mágico

O Neymar só pode ser mágico. Mas não estou falando sobre futebol.

Como ele consegue usar o iPhone mesmo estando bloqueado!?

Confira aqui

 

Vontade de escrever

Com as redes sociais e esse super compartilhamento do dia-a-dia, é preciso tomar cuidado pra não ser contaminado pelo mau humor dos outros. É que a moda é só reclamar o tempo inteiro, ostentar disturbios piscológicos, se vangloriar de tomar remédio tarja preta, etc. Vai ver é puro conservadorismo da minha parte, mas tomar remédio tarja preta é coisa séria.

Talvez pra se sentir parte de um determinado grupo, a pessoa acabe se anulando e fazendo coisas que não faria na vida real, como puxar o saco de alguem ou diminuir alguém. E como as coisas tomam na internet tomam proporções totalmente exageradas, o que se tem são pessoas que mal se conhecem brigando por uma coisa que nem sabem o que é (na verdade, essas brigas são como rituais de iniciação nos grupos) e pessoas denegrindo outras a troco de duas ou três piadocas. Não vale a pena.

Como disse o Izzy Nobre, a internet bota uma lente de aumento no pior lado das pessoas.

Outra coisa que alguém falou também é que se você é daquelas pessoas que fala tudo o que pensa, você não é franco, é só mal educado mesmo. Tenho exercitado isso todos os dias. Há pessoas que eu morro de vontade de dizer um monte de coisas, de humilhar mesmo, mas não digo porque não fui perguntado e porque não tem o direito de deixar ninguém mal. É uma coisa tão básica, mas um pouco difícil de cumprir.

Só que quando a gente olha bem pra pessoa, a gente vê que tá tão acima em tantos níveis, que só isso já basta. Importante: o regozijo é interno. Não pode ser posto pra fora porque ai você perde o jogo. Eventualmente, tudo isso acaba se transformando numa espécie de pena. É bom e é ruim. É bom porque é bom. Mas é ruim por causa da soberba que isso causa. Não gosto desse papo de humildade, mas não dá pra ser arrogante o tempo inteiro. É um exercício diário.

Mano, quê que eu to escrevendo!?

Inveja

Inveja é aquele negócio que todo mundo sente mas pouca gente assume.

Mas duvido muito que alguem não vá sentir inveja ao ver a coleção de carros desse cara aqui.

Michel Teló e a autêntica cultura brasileira.

Disclaimer: esse post estava escrito desde segunda-feira, mas fiquei enrolando pra publicar. Considerei não publicar depois desse post do Ismael e desse post do Gravz que meio que falaram muito do que eu gostaria de ter escrito. Mas como opinião irrelevante é comigo mesmo, resolvi publicar mesmo assim. Lá vai.

A música que o Michel Teló faz não é, nem de longe, da minha preferência. No entanto, só sendo muito  pedante pra ignorar que ele é o maior sucesso do Brasil hoje.

Com uma música autenticamente brasileira (letra ~safadinha~ e ritmo sertanejo), ele conseguiu romper  barreiras internacionais, sendo o primeiro lugar em vendas na iTunes Store de vários países como Portugal, Espanha e etc. E ontem, caiu na internet um vídeo em que soldados de exército de Israel fazem a coreografia da música! E pra completar, uma amiga disse que dois russos no chatroulette perguntaram se ela conhecia o Michael Tello e começaram a cantar a música! Se você não acha isso incrível, deve ter algum problema com você.

Eu acho isso sensacional. Não sei se ele tinha a pretenção de fazer sucesso internacional com essa música, ACHO que não, e isso torna tudo mais sensacional ainda. Dezenas de artistas já  gastaram fortunas pra entrar no mercado internacional e não conseguiram. Talvez pela falta de
espontaneidade e frescor, um dos diversos ingredientes da música ‘Ai se eu te pego’.

Além disso, ainda há a barreira da língua. Imagine pessoas das mais diversas nacionalidades cantando uma música numa língua intrincada como o português por terem, simplesmente, gostado da música.

No entanto, no mundo paralelo da internet brasileira, Michel Teló é admoestado, chamado de praga e  dizem que está envergonhando o Brasil mundo afora. Olha, não acho nada disso. Goste você ou  não, a música sertaneja, o pagode, o funk e o samba são as mais legítimas manifestações culturais brasileiras, dentre vários motivos, porque vem da massa.

O Brasil também exporta divesaos outros ritmos, como várias vertentes do metal. No entanto, nesse caso, acho que as bandas se destacam porque tem talento e fazem música de qualidade e não por serem do Brasil, já que thrash metal é thrash metal em qualquer lugar.

Apesar de o Brasil ser pródigo em exportar muita coisa que não presta, acho que esse não é o caso para se envergonhar. Michel Teló é talentoso, canta muito bem e é músico (ele toca sanfona, um instrumento que, na minha cabeça, é muito difícil e requer uns 3, 4 movimentos diferentes). Entre ele fazer sucesso e outras coisas como o rebolation ou ‘beber, cair e levantar’, eu fico com ‘Ai se eu te pego’, sem dúvida.

E pra ficar melhor, a letra de ‘Ai se eu te pego’ é da mesma autora de ‘A dança do quadrado’. Essa história só fica melhor!

A decisão racional de não participar de amigo oculto

Sou novo no trabalho – menos de 1 mês – e resolvi participar do amigo oculto. Que erro.

Não tinha obrigação nenhuma, mas quando vieram me perguntar, achei que seria uma boa idéia pra me integrar com o pessoal, sei lá. Aceitei.

A primeira “dificuldade” foi escolher um presente entre 20 e 30 reais. As opções nessa faixa de preço são, basicamente, CDs. Não tenho nada contra CDs, mas já estamos em 2011 e comprar CD é uma coisa muito bocó. DVD cai na mesma categoria do CD, com o agravante de que achar um dvd entre 20 e 30 reais é mais difícil. Por uma providência divina da indústria, existem várias opções de blu-rays por 30 reais e até por menos (por acaso, esse foi meu presente, o blu-ray de Tropa de Elite 2. Mas ainda não tenho o player de blu-ray. Risos).

Encontrar livros até 30 reais é possível, mas não tão simples.

Como eu conheço pouquíssimas pessoas, o amigo oculto foi muito desagradável pra mim. Intermináveis momentos de vergonha alheia, piadocas e etc. Talvez isso tenha ocorrido por pura antipatia da minha parte pois, repito, não conheço ninguém.

E enquanto estava lá torcendo praquele momento passar logo, fiquei pensando nesse post.

Teve um ano em que devo ter participado de 2 ou 3 amigos ocultos, se cada um deles tinha presentes na faixa de 30-40 reais, devo ter gastado uns 100, 120 reais pra comprar os presentes.

Como cada um escolhe o presente que quer ganhar – o que não tem lógica nenhuma mas é uma forma de evitar surpresas desagradáveis – eu tinha que escolher três presentinhos que coubessem dentro da cota. Isso é uma idiotice sem tamanho porque eu poderia pegar o dinheiro que eu gastei comprando presente pros outros e comprar alguma coisa que eu realmente quisesse e com o valor que eu pudesse pagar e não escolher apenas uma lembrancinha só pra fazer o social.

Dessa vez, minha amiga oculta pediu um cd da Adele. Fiquei surpreso ao descobrir que esse cd estava esgotado nas lojas e não havia tempo hábil pra pedir pela internet. Mas acabei achando na Saraiva. Em seguida, veio a vergonha imensa de um heterossexual (no caso, eu) ir comprar um cd da Adele. Depois, a estranha sensação de enfrentar uma fila pra comprar um cd. Foi como se eu tivesse tivesse sido transportado de volta para 1999.

E pra encerrar. Uma vez teve um amigo oculto com o pessoal da faculdade e eu comprei pra dar de presente o cd acústico do Charlie Brown Jr (se você viveu em 2003/2004, você entende). Como eu tinha que sair pra um compromisso, não pude ficar pra receber meu presente. No dia seguinte, entregaram a caneca de 10 reais que meu amigo oculto me deu.

Sem esquecer de mencionar o amigo oculto entre familiares, onde os presentes variam entre tolhas de banho, jogo de vasilhas, meias, chinelos e etc.

É isso aí, não participo mais de amigo oculto nenhum.

Excesso de Deus

Já faz algum tempo que noto um certo padrão no comportamento dos cristãos de denominação evangélica. Não são todos, óbvio. Mas é corriqueiro encontrar crentes mesquinhos, egoístas e filhos da puta. Gente mesquinha e filha da puta tem em todo lugar, mas parece que os irmãos tem se superado nessas práticas.

Conheço pouco de religião. Mas o pouco que eu conheço me faz não gostar de todas, sem distinção.

Não sei se a minha idéia está errada, mas pra mim a religião deveria elevar as pessoas de alguma forma e não o contrário.

Recentemente, tenho estado no meio de umas brigas dessas que envolvem pessoas da igreja e o nível de baixaria me impressiona. Como pode uma pessoa que se dá ao trabalho de ir pra igreja agir de uma forma tão mesquinha e egoísta? Era melhor dormir até tarde no sábado…

Tava pensando sobre isso e acho que esse negócio de religião faz a pessoa achar que tem uma relação tão próxima com deus, que o cara fica se achando. Parece que Deus passou uma procuração pra pessoa ser escrota e filha da puta porque como eles são bróder, então tá tudo ok.

Aí me dizem: isso é falta de Deus. Engraçado porque eu acho o contrário. Isso é excesso de Deus.

Muita gente enfia Deus nas coisas mais triviais da vida, como tirar nota boa numa prova e esquece do principal, respeitar as pesoas. Apesar de o respeito não ter nada a ver com crença. Mas você entendeu o ponto.

É claro que é possível que essa pessoa tá indo pra igreja so por ir mesmo, porque não tem nada melhor pra fazer, ou só pra se sentir mais confortável… sei lá.

(Texto muito ruim. Por favor, desleiam.)

Vai ser besta assim lá em Manaus…

Olha, como nós amazonenses somos um povo besta, viu?

É cada deslumbre imbecil que pqp…

O exemplo perfeito: http://blogs.d24am.com/blogdoprata/2010/08/11/sensacional/

Nos comentários, quando dito que a bossa a seria do tipo super cafona, o colunista sobe nas tamancas e se defende dizendo que é assim, na garrafinha e com canudinho, que os jet setters tomam água nos lugares chiques. E se é assim que a galera descolada toma água nas quebradas da costa francesa, meu amigo, então é isso aí mesmo… porque pra mim quem toma água na garrafinha e de canudinho, queima. oops…

Aí porra, o maluco viaja e traz água só pra fazer uma bossa do tipo chique? Que onda…

Aliás, esse negócio de se deslumbrar com água é maior babaquice. Outro dia aí, comprei água Perrier só pelo lulz – mas não bebi com canudinho porque eu não sou descolado – e descobri que, veja só!, tem gosto de água com gás…

Que coisa…

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