Piadoca

Ontem num momento de brainstorm antes de dormir, a Renata soltou:

Qual o peixe que pratica esporte radical?

O le pacu.

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Grande descoberta dos cientistas ingleses

Cientistas ingleses recentemente descobriram que o tamanho do carro é inversamente proporcional ao tamanho do cerébro da pessoa.

Cientistas da Universidade de Weissen concluiram um estudo inédito que descobriu o que todo mundo já sabia: que pessoas que tem carro grande, tem o cérebro pequeno e, portanto, dificuldade pra pensar.

“Resolvemos iniciar esse estudo pois sempre víamos essas pessoas do alto de suas Hilux e Frontiers fazendo verdadeiras barbaridades no trânsito”, diz
o Dr. Kissy Foda, coordenador do estudo.

A equipe do Dr Kissy manteve dois grupos de ratos isolados. O grupo 1 foi criado num ambiente saudável e respeitoso ao passo que o grupo 2 foi submetido a toda sorte [nessa hora, Dr Kissy fez “aspas” com os dedinhos] de humilhações, incluindo currações na hora do recreio e ser o último a ser escolhido pro time de queimada. Ainda havia um terceiro grupo de ratos anencéfalos.

Depois de 18 anos, cada rato recebeu um cheque em branco para comprar o carro que desejassem. Todos os membros do grupo 1 escolheram carros normais (hatches e sedans), o único desvio nesse grupo foi o rato Stuart que optou por um novo uno verde limão e ainda o equipou com o adesivo “eu amo minha espoza”.

Já os ratinhos do grupo 2, sem exceção, escolheram as maiores pickups que se encontravam disponíveis (Hilux, Frontier, F250) mesmo sem nenhum deles realmente precisar de um carro desses, já que nunca saem da cidade e, quando precisam encarar um terreno mais arisco, morrem de pena do seu carro,
que foi projetado exatamente pra isso, exclama o Dr. Shimb Inha, o assistente indiano do Dr. Kissy).

O monitoramento do cerébro dos ratos indicou que os elementos do grupo 2 apresentavam um grave quadro de regressão cerebral. “Os sintomas desse quadro são uma espécie de sadismo enquanto se dirige. Os ratos do grupo 2, não tem capacidade de sequer conduzir um velocípede em uma sala com paredes de espuma, imagine um carro que pesa 5 toneladas! É com preocupação que vejo essas pessoas conduzindo carros. E, embora possuam carros que custam em média 100 mil reais, essas pessoas acham um absurdo pagar 3 reais de estacionamento e preferem deixar seu carro no estacionamento
do Carrefour. Esses motoristas utilizam o carro para se afirmar, para mostrar sua identidade. Sem o carro, eles se sentem uns bostas n’água”, preocupa-se o Dr Kissy.

Os ratos do grupo 3 também receberam um cheque em branco para comprar o veículo que desejassem e, todos, sem exceção, escolheram motos. “Só não tendo cerébro mesmo pra escolher andar de moto”, diz o Dr. Shimb Inha.

Fonte: Arial

Algoritmo para comprar um carro

Como um carro é um negócio caro e você vai levar uns anos pagando, antes de comprar é preciso fazer uma pesquisa sobre os modelos pretendidos, custos de manuntenção e etc.

É claro que um carro vai ter contras, o negócio é escolher um que você ache que vai trazer menos problemas.

Mas chega de enrolação. Vamos ao algoritmo.

passo 1: escolha um carro que lhe apeteça e que você possa pagar.

passo 2: ignore as opiniões que todas as pessoas vão ter sobre o carro que você escolheu. (isso é incrível: todo mundo sabe de todos os pontos negativos do carro que vc resolveu escolher. e serve pra qualquer carro)

passo 3: compre o carro.

Fim.

Das vantagens de ser adulto

Tava pensando aqui como é bom ser adulto.

Exemplo: acabei de pegar a segunda tigela de cereal sem ouvir nenhuma reclamação ou impedimento.

YASP – Yet Another Stupid Post

Como eu tenho bastante tempo livre (agosto será meu quarto de férias esse ano, vai que você queria saber…), eu fico pensando em muitas besteiras. Uma dessas coisas é em comidas regionais. Mas calma que eu explico. Exemplo: sorvete napolitano, pão-de-ló de Ovar, bacalhau à braga e etc.

O que eu fico pensando é que se um dia eu chegar em Napoles e disser: tio, me dá um sorvete? Ele vai me dar um sorvete… napolitano, afinal eu estou em Napoles! Não sei pra você, mas pra mim isso faz muito sentido. Senão, qual seria o objetivo de dar esses nomes específicos pras comidas?

Eu tenho uma certa vontade de fazer essas coisas. Chegar em Braga e dizer “um bacalhau, por favor” só pra ver o que vai acontecer.

Bom, é tudo.

Na minha cabeça esse post tava engraçadíssimo, mas acabou ficando sem graça. Mas é assim mesmo.

Esse disco novo do Avenged Sevenfold, Nightmare, tá muito, muito foda! Vá lá ouvir.

Uma questão de poder

A culinária portuguesa é excelente. Além do bacalhau, existem diversas outras comidinhas deliciosas.
A parte ruim disso é a grande maioria dessas comidas é extremamente calórica. Muita
carne suína e muita fritura. Na parte dos doces, tome massas folheadas e todos os tipos de coisas deliciosas feitas
com ovo.

Outra coisa muito presente na culinária portuguesa, por incrível que pareça, é a batata frita. No restaurante da
universidade, onde eu almoço todos os dias, eu nunca sei o que vai ser o almoço, só sei que vai ter batata frita.
E sempre tem. Não falha! É bacalhau com batata frita, salmão com batata frita, panada de porco com batata frita,
guizado de porco com batata frita, <invente sua variação> com batata frita.

Não é saudável pra ninguém comer batata frita todo dia. Pra quem está algumas arrobas acima do peso (oi!), então …

Que se diga que você não é obrigado a comer. Apesar de os pratos serem servidos pelos funcionários, você pode pedir
pra eles não colocarem a batata no seu prato. Mas aí entra um grande dilema que irei dissecar no próximo parágrafo –
poderia começar neste mesmo – mas quero dar ´sustança´ ao meu texto. vem comigo!

Quando éramos crianças e não mandávamos nos nossos narizes, iguarias como batata frita, chocolate e refrigerantes
sempre foram reguladas, principalmente, por nossas mães. Eram uma espécie de recompensa. Só comíamos essas
delícias quando fosse merecido. E mesmo nesses momentos de apogeu, era tudo muito regulado: porções escassas que
eram comidas lentamente e sempre deixadas para serem deliciadas por último.

Mas aí a gente cresce e começa a poder fazer o que der na telha. E aí que também começa o problema. Veja, eu
poderia muito bem pedir pro carinha não colocar a batata frita no meu prato, no entanto, agora eu sou adulto, pago
minhas contas e, portanto, posso comer a quantidade de batata fritas que eu quiser. Ninguém pode me regular!
Ou seja, mesmo que eu não esteja com aquela vontade de comer batata frita, eu vou comer só porque eu posso!
E mais, eu posso comer todo dia! Me diz se não é lindo?

Mas é trágico também.

O caminho mais dificil pra ser pobre?

Uma vez eu tava no 616 (Campus-Centro) voltando pra casa e no banco de trás, tinham dois caras conversando.
Um deles falava que acabara de voltar do doutorado na Escócia e que tinha sido muito bom e etc. Papo, vai, papo, vem, o
outro pergunta onde que o doutor estava morando. O doutor responde que tava morando em uma pensão no centro.

Lembrei disso vindo pra casa, do nada. Hoje, a minha vontade de fazer doutorado tende a zero. É claro que existe a
vaidade com a possibilidade de ser doutor (com doutorado, viu adevogados?) antes dos 30 anos, mas e aí?

O mercado, no Brasil, pra minha área (ciência da computação), é, na prática, indiferente pra quem tem doutorado, salvas
raríssimas exceçÕes. MBA dá muito mais dinheiro que doutorado, a propósito. Daí, a única opção, é seguir carreira acadêmica, que é mais uma questão de invocação do que de
vocação.

Voltando ao doutor do ônibus. É pura arrogância, mas, desculpe, eu não quero dedicar 10 anos da minha vida pra terminar
andando de ônibus e morando numa pensão no centro… É claro que isso não faz da pessoa menos doutor. O título é seu com
todo o mérito, mas…

Se eu começasse o doutorado hoje, eu terminaria com 30 anos. Ter 30 anos sem ter estabilidade financeira ou pelo menos
um pé de meia, por pequeno que fosse, é muito pra minha cabeça…

ps: péssimo título do post, mas na hora não consegui pensar em nada melhor.

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